"Há muitos professores que vão para a sala de aula totalmente despreparados ou preparados apenas em parte. São como mensageiros sem mensagem. Falta-lhes a energia e o entusiasmo necessários para produzirem os resultados que, centralizado por direito, devemos esperar de seu trabalho."- John Milton Gregory
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Meu filho gosta muito
Meu filho de 5 anos gosta muito desse vídeo...as crianças amam. Espero que vcs gostem também.
sábado, 22 de maio de 2010
Crianças brincando

Segundo Brougere, na brincadeira, a criança é sempre um sujeito ativo numa situação sem consequências imediatas, sem percursos ou desfechos previsíveis ou predeterminados, e portanto incerta quanto aos resultados.
"E, se a brincadeira é, por excelência, a atividade própria da criança, é por meio da brincadeira e das atividades lúdicas, entre seus pares, que comprovam seu papel de sujeitos ativos, participativos e não apenas consumidores de cultura mas, também, produtores. Como cultura, entende-se "menos paisagem e mais olhar com que se vê." (Barbero, 2001)
sábado, 15 de maio de 2010
Conheça a salinha da Educação Infantil
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Para Pensar
(Algumas perguntas para o professor fazer uma avaliação de seu desempenho pessoal, ou usar como tema de debate com outros professores.)
1. Até que ponto seus alunos estão de fato envolvidos no processo de aprendizagem? Quais os que parecem mais envolvidos? Por que, em sua opinião, esses estão mais envolvidos que os outros? Quais os que parecem menos envolvidos? E por que não participam mais?
2. Pense em três alunos de sua classe que sejam bem típicos desse grupo, e em seguida procure imaginar quais as atividades de que poderiam gostar mais - ao ar-livre ou dentro da sala. Essas atividades podem dar-he ideia de como poderia tornar o processo de aprendizagem mais agradável e eficiente para seus alunos.
3. Saberia apontar que tipo de atividades poderiam dificultar em vez de favorecer uma aprendizagem eficiente?
(Extraído do livro "Ensinando para transformar vidas" Howard Hendricks)
1. Até que ponto seus alunos estão de fato envolvidos no processo de aprendizagem? Quais os que parecem mais envolvidos? Por que, em sua opinião, esses estão mais envolvidos que os outros? Quais os que parecem menos envolvidos? E por que não participam mais?
2. Pense em três alunos de sua classe que sejam bem típicos desse grupo, e em seguida procure imaginar quais as atividades de que poderiam gostar mais - ao ar-livre ou dentro da sala. Essas atividades podem dar-he ideia de como poderia tornar o processo de aprendizagem mais agradável e eficiente para seus alunos.
3. Saberia apontar que tipo de atividades poderiam dificultar em vez de favorecer uma aprendizagem eficiente?
(Extraído do livro "Ensinando para transformar vidas" Howard Hendricks)
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Algumas Experiências
Este ano nas minhas férias de janeiro, fui com a família para Recife-PE. Tivemos experiências maravilhosas e visitamos lugares belíssimos. Mas uma das experiências que mais me marcou foi a nossa ida à Cidade História de Olinda à noite. A princípio nos frustramos em não poder visitar a Casa da Cultura que já estava fechada. Mas qual não foi a surpresa ao sentar na praça de alimentação e ser cercada por repentistas. Foi muito legal ouvir aqueles homens improvisarem a sua cantoria. Eles são muito bons no que fazem.
Depois que comecei a estudar pedagogia, estou vendo muitas coisas com outros olhos. Entendo que o professor deve ser criativo e estar muito bem com a vida. Ele deve reconhecer que é exemplo e serve como modelo para aquelas pessoas que o cercam, devendo ter um profundo amor pelo que faz.
Há um texto bíblico que diz:
"Se o ministério é ensinar, que haja dedicação ao ensino."(Rm 12:7)
Não somos mais os mesmos quando entendemos esse compromisso de que o educador deve dar o seu melhor, valorizando cada experiência em sala de aula, ouvindo seus alunos, observando se realmente os que precisam aprender, aprendem.
Jogo "Quem é quem?"

Este jogo pedagógico tem como objetivo averiguar o nível do conhecimento dos alunos aos personagens bíblicos e criar uma curiosidade para se descobrir quem é determinado personagem. Pode ser utilizado como captação de uma aula sobre um determinado personagem bíblico ou sobre um assunto em que aquele personagem tenha uma participação marcante.
O professor iniciará a sua aula dizendo aos alunos que eles deverão identificar o personagem bíblico, através das perguntas que farão a um aluno, ao próprio professor ou outra pessoa que faz o papel do personagem. Todas as perguntas feitas pelos alunos devem apresentar conteúdos que permitam ao personagem apenas dois tipos de respostas:
Sim ou não.
Como devem ser feitas as perguntas
Começa o jogo, e um aluno, por exemplo pergunta:
O personagem é homem?
Se o personagem diz sim, outra pessoa pode perguntar:
É um personagem do Antigo Testamento?
Se o personagem diz não, conclui-se que é um homem do Novo Testamento.
Este personagem teve algum contato pessoal com Jesus?
Se o personagem diz que sim, sabe-se que aquela história encontra-se nos Evangelhos.
Continue assim, até os alunos descobrirem quem é o personagem.
Ao ser descoberto o personagem, o professor poderá dar início a sua aula fazendo uma ligação entre o que foi perguntado pelos alunos e o que vai ser ensinado por ele.
101 Ideias Criativas Para Professores - David Merkh e Paulo França
O Que é a Pedagogia de Projetos?

Ela não é uma nova pedagogia. Surgiu no início do século, com John Dewey (1897) e outros representantes da chamada "Pedagogia Ativa".
É uma postura pedagógica que valoriza a atividade coletiva e cooperativa. Envolve o professor, o aluno e sua família.
Para alcançar uma educação bíblica infantil dinâmica e criativa, precisamos ter amor e dedicação ao trabalho com crianças, em vez de realizar apenas um simples ato de memorização de histórias e versículos bíblicos.
A chave do trabalho de pedagogia de projetos é o envolvimento de todos os que fazem parte dos grupos familiares ou células infantis. As crianças são levadas a trabalhar em grupos, o que desenvolve a socialização, torna a ula participativa, não uma aula meramente expositiva.
As crianças são incentivadas a se envolver com o projeto. Elas falam, apresentam opiniões e sugestões, levantam hipóteses e chegam rapidamente a conclusões.
Esta visão pedagógica no ensino bíblico faz parte do princípio de que "ensinar" não significa só repassar conhecimentos de conteúdos prontos, mas vivenciar as verdades bíblicas.
Borja, Helenita - Células Bíblicas Infantis - 2004
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