
Segundo Brougere, na brincadeira, a criança é sempre um sujeito ativo numa situação sem consequências imediatas, sem percursos ou desfechos previsíveis ou predeterminados, e portanto incerta quanto aos resultados.
"E, se a brincadeira é, por excelência, a atividade própria da criança, é por meio da brincadeira e das atividades lúdicas, entre seus pares, que comprovam seu papel de sujeitos ativos, participativos e não apenas consumidores de cultura mas, também, produtores. Como cultura, entende-se "menos paisagem e mais olhar com que se vê." (Barbero, 2001)
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